Softwares Jurídicos: por que investir na experiência do usuário para essas tecnologias?

23/11/2018 | 3 min. de leitura

Para que se projete softwares jurídicos eficazes e que atendam as necessidades exigidas, é preciso estar atento e ser próximo ao usuário. Muito mais que um design visualmente bem trabalhado, a importância da experiência do usuário em soluções para a Justiça está na usabilidade.

A abordagem centrada no usuário se tornou um modelo seguido para satisfazer necessidades reais ao diminuir a complexidade de utilização e facilitar a compreensão do conteúdo oferecido. A experiência do usuário entra, então, como a qualidade de interação com plataformas que utilizam o conceito de UX Design em serviços e produtos, seja um site ou um aplicativo.

As melhorias são frutos do estreitamento de comunicação com o cliente. É necessário entender que as possíveis reclamações precisam ser consideradas e aplicadas gradativamente, caso façam sentido. Extrair a visão tradicional e conservadora do usuário pode fazer com que ele obtenha mais facilidade no uso de softwares jurídicos em seu dia a dia.

Ações que proporcionam a experiência do usuário em softwares jurídicos

Aspectos cognitivos e hierarquia da informação são alguns dos princípios considerados quando se repensa a estrutura de soluções robustas que facilitam as atividades do operador de Direito, como são os softwares jurídicos. Além disso, desenvolvedores de UX precisam olhar para o agrupamento: funções parecidas ficam próximas. Assim, o usuário consegue rapidamente achar o que procura e concluir uma ação.

Projetos centrados no comportamento do ser humano possuem estratégias que consistem na realização de ciclos de análises e testes, a fim de identificar e refinar o sistema. Na Softplan – umas das maiores empresas de desenvolvimento de softwares do país -, por exemplo, nas Varas judiciais que utilizam o Sistema de Automação da Justiça e se disponibilizaram para receber o piloto (como são chamadas as primeiras versões do software), usuários realizam testes e propõem melhorias.

Por que investir na experiência do usuário em softwares jurídicos

Soluções empáticas que proporcionam resoluções de problemas complexos. É preciso descobrir dores, necessidades, desejos e problemas do usuário para construir algo que possa mudar a vida das pessoas. Algumas etapas são essenciais na criação de uma boa experiência de usuário: utilidade, usabilidade e acessibilidade.

Um dos pilares para uma interface focada na experiência do usuário está na arquitetura de informação. É fundamental que seja alinhada com o perfil dos usuários, organizada, coerente e intuitiva. Por meio de menus, cores e símbolos, é possível informar seu usuário sobre qual lugar da solução ele se encontra, quais são as suas opções e as consequências que cada ação irá gerar.

Na Softplan, há um centro de competência em experiência do usuário, com profissionais especializados no desenvolvimento de soluções efetivas de UX. Além da área, que atende toda a Unidade de Justiça, em cada produto (SAJ Tribunais, SAJ Procuradorias e SAJ Ministérios Públicos) há profissionais de UX que realizam pesquisas aprofundadas dentro das necessidades e realidades da rotina dos usuários.

As diferentes especialidades dos profissionais estão dentro dos conceitos:

UX Research – responsável por descobrir problemas e encontrar soluções utilizando técnicas, ferramentas e metodologias para revelar informações que podem ser inseridas no processo de design ;

UI Interface – responsável por achar soluções visuais e tornar o software mais funcional;

UX Developer (front-end) – design responsável por desenvolver a tela do software.

Ações da Softplan para a experiência do usuário

As soluções da Softplan para Justiça são pensadas para o usuário. Atualmente, as melhorias estão projetadas em conceitos de otimização e fluidez, dentro da Linguagem de Design Softplan.

“ A Softplan vem investindo nos últimos anos fortemente no desenvolvimento de aplicações que prezam pela experiência do usuário. Esse é o caminho para a modernização e criação de novos produtos cada vez mais aderentes a necessidade dos clientes” comenta o diretor de Tecnologia da Softplan Luis Fernando Fausto.

As mudanças na interface objetivam melhorar a estrutura das informações com uma aparência mais leve e um melhor fluxo de trabalho. Para tanto, foram repensados 4 elementos:

  • fontes (mudança de tamanho);
  • cores (cores funcionais);
  • layout (deixar mais limpo);
  • ícones (mais simples e representativos).

Com ações mais intuitivas e com menos cliques, as funcionalidades agilizam tarefas e visam proporcionar uma Justiça ainda mais ágil.

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