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Global Legal Hackathon: a maior maratona do planeta é voltada para a Justiça

23/02/2018 | 2 min. de leitura

A tecnologia como aliada dos seres humanos é um caminho sem volta.

Por isso, é cada vez mais crescente a busca por tecnologias que facilitem o dia a dia das pessoas e ajudem a resolver questões da sociedade. Inclusive, esse é o objetivo central de um hackathon, uma maratona de programação em que times multidisciplinares trabalham juntos para criar soluções que façam a diferença na vida das pessoas. Nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, ocorre o maior hackathon do planeta: o Global Legal Hackathon. O objetivo principal é criar soluções inovadoras que ajudem a Justiça a ser ainda mais ágil. É preciso auxiliar os operadores do Direito de forma mais eficaz em suas atividades. E essas soluções devem colocar o cidadão no centro de tudo. É preciso fazer com que ele tenha ainda mais acesso às informações.

Global Legal Hackathon: o maior do mundo

Este é o maior evento do gênero no planeta porque, durante as 54 horas da maratona, pessoas do mundo inteiro estarão trabalhando simultaneamente para o mesmo objetivo. A sede da Softplan, no Sapiens Parque, em Florianópolis, será uma das sedes do evento junto a outras 50 cidades, de 25 países, dos cinco continentes. Dez mil pessoas são esperadas no mundo todo: especialistas da área jurídica e de negócios, designers, desenvolvedores.

A multidisciplinaridade é fundamental na construção de soluções para a Justiça. Ela parte do conceito de ecossistema. Isso significa que quanto mais apoiadores, mais chances de causar um impacto positivo na comunidade. Este impacto passa pelo fomento ao uso de novas tecnologias para lidar com desafios sociais.

Com mais de 109 milhões de processos em tramitação, a Justiça brasileira e seus avanços com o processo digital têm muito a compartilhar com o mundo. No momento em que o raciocínio jurídico deve ser cada vez mais enaltecido, é preciso ter a tecnologia como aliada para as atividades mais repetitivas.

A automatização de algumas tarefas pode economizar 5,7 milhões de horas de trabalho por ano em um Tribunal de Justiça. Isso significa que quase 3 mil servidores podem se dedicar a atividades mais especializadas para tornar a Justiça mais ágil e qualificada.

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