Inovação no Direito: Softplan é destaque no jornal Estadão

15/08/2018 | 2 min. de leitura

A Softplan foi destaque no jornal O Estado de S. Paulo de terça-feira (14). A edição especial do caderno .Edu, voltado para a educação, teve como tema a inovação no Direito. Uma das reportagens abordou o uso da Inteligência Artificial na advocacia e a demanda por formação na área.

O diretor de Inovação da Softplan, Marcos Florão, falou sobre como os robôs podem ajudar os advogados em tarefas repetitivas. Soluções de inovação no Direito que conseguem ler documentos para depois preencherem os dados em formulários de processo digital.

“Os robôs são bons no que somos péssimos: lidar com grandes volumes de informações e tarefas repetitivas”, disse Florão à reportagem.

Cases de sucesso em inovação no Direito

A reportagem “Robôs podem ler processos e até escrever petições” citou dois exemplos reais de como a Inteligência Artificial ajuda a advocacia. Ambos por meio do Convex Legal Analytics, solução voltada a escritórios e departamentos jurídicos que combina jurimetria e análise preditiva para auxiliar na tomada de decisões.

“O sistema analisa dados das bases dos tribunais e gera pareceres. A gente pode entender como os tribunais estão decidindo certo assunto, ver a tendência dominante”, disse Poliana Guimarães, do escritório Peixoto & Cury.

O departamento jurídico da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) usa o sistema para fazer um mapeamento nos tribunais sobre a reforma trabalhista. Esperam que dentro de dois meses os afiliados da instituição tenham acesso às informações compiladas.

“Claro que só os dados não são suficientes. Depois, entra a inteligência humana do nosso corpo jurídico. Mas fica mais fácil traçar estratégias tendo os resultados visíveis”, disse a diretora-executiva jurídica da Fiesp, Luciana Nunes Freire.

Demanda por formação na área

Colunista do SAJ Digital, o advogado Alexandre Zavaglia falou à reportagem sobre a necessidade de formação em tecnologia voltada ao Direito. Ele vê inclusive um interesse cada vez maior de gente em busca de conhecimentos na área. Tanto que criou o primeiro curso de Ciência de Dados aplicada ao Direito do país.

“No ano passado comecei um curso sobre o tema. A procura foi tanta que o curso acabou virando uma escola. E as turmas estão sempre lotadas”, disse.

SAJ na Mídia

As reportagens do caderno .Edu podem ser acessadas no site do Estadão. E leia aqui a matéria “Robôs podem ler processos e até escrever petições”, que aborda o uso da Inteligência Artificial no Direito.

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