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O futuro dos departamentos jurídicos é tema de seminário da OAB-SP

16/08/2018 | 2 min. de leitura

A Softplan participou em São Paulo do 5º Seminário da Comissão de Apoio a Departamentos Jurídicos, promovido pela OAB-SP. O tema da edição do evento foi “Departamentos Jurídicos do Futuro”.

O encontro, voltado a discutir o futuro dos departamentos jurídicos, foi realizado na sede da OAB paulista. Reuniu cerca de 150 pessoas. Quem representou a Softplan foi o diretor de Inovação, Marcos Florão.

Em sua palestra, Florão citou que o Brasil é líder em rankings de empreendedorismo, mas é um dos últimos quando se fala em inovação. Nesse contexto, as empresas conhecidas como Lawtechs e LegalTechs vêm para mudar esse cenário no contexto do Direito.

“Vivemos a 4ª Revolução Industrial, o que permite a criação de novos times: pessoas, inteligência artificial, tecnologia. Hoje, 51% das tarefas que precisamos executar são automatizáveis, mas apenas 5% são substituíveis”, disse.

Florão complementa que, dentro desse cenário, o advogado não é substituível. Ele passa a ter mais instrumentos para realizar suas atividades e delegar as tarefas repetitivas às ferramentas.

“Os Departamentos Jurídicos deixam de ser despesa para ser investimento. Agora, estão dentro do board estratégico das empresas. Com soluções de inovação, eles podem fazer análises preditivas e comparativas, guiando a empresa a caminhos mais assertivos”, complementou. Um exemplo desse tipo de solução é o Convex Legal Analytics.

O cenário para o futuro dos departamentos jurídicos

A palestra de abertura foi com a presidente da Comissão de Apoio aos Departamentos Jurídicos da OAB-SP, Luciana Nunes Freire. A advogada também é diretora-executiva da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Ela também considera que os departamentos jurídicos ganharam visibilidade e passaram a ser reconhecidos como uma área estratégica das empresas.

Quem também falou sobre o tema foi o presidente da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L), Bruno Feigelson. Ele falou sobre como a evolução da capacidade de processamento de dados se relaciona a inovações no Direito. Como exemplo, disse que em 2017 os Estados Unidos investiram R$ 1 bilhão em LawTechs.

“A precognição torna a advocacia ainda mais estratégica e dinâmica”, disse.

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