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Global Legal Hackaton: maratonistas propõem soluções para democratizar o acesso à Justiça
25/02/2018 | 2 min. de leitura

 Rui Barbosa dizia que “justiça tardia não é justiça. É injustiça manifesta”. Esta inquietação é o que move os mais de cem maratonistas que participam do Global Legal Hackaton, em Florianópolis.

Reunidos no Sapiens Parque, na Softplan, desde sexta-feira, eles estão criando soluções que usam a tecnologia para democratizar o acesso à Justiça. Nesta noite de domingo, os times apresentam os protótipos, ou MVPs (produto mínimo viável) à banca.

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Por aqui, o clima é de muita concentração. Super focados, especialistas da área jurídica e de negócios, designers, desenvolvedores e entusiastas da tecnologia estão bastante engajados na busca por soluções inovadoras para a Justiça brasileira e do mundo.

“Estou me sentindo muito inspirado. Nosso time tem integrantes até de São Paulo. Todos toparam rapidamente participar e encarar a viagem. Acreditamos que podemos trazer uma proposta de valor nova ao Brasil”, conta o maratonista Mikael Douglas Jorge, que viajou de Joinville.

Desafios do Global Legal Hackaton em Florianópolis

Os 10 times receberam, no sábado pela manhã, os desafios do Hackaton. As soluções propostas devem responder às questões abaixo:

  • Como melhorar o acesso à Justiça e o exercício da advocacia por meio de tendências jurídicas e tecnologias emergentes?
  • Como tornar as informações acessíveis e compreensíveis aos cidadãos?
  • Como melhorar a usabilidade das aplicações?
  • Como resolver o gargalo do Judiciário, a Execução  Fiscal?
  • A virtualização das audiências é possível?
  • Como garantir a autenticação, segurança e validação dos dados?
  • A petição pode ser redesenhada?
  • Como melhorar a localização das informações em processos extensos?
  • Como acelerar a fila do Judiciário?

“Estes desafios são um guia para a gente colocar em prática o propósito de fazer a diferença na vida das pessoas. Estou muito empolgado em ver que o nosso projeto está saindo do papel e ganhando forma. Tenho certeza que a tecnologia aplicada à Justiça pode mudar para melhor a vida de muita gente”, explicou o maratonista Thiago Dias.

O que é o Global Legal Hackaton

10 mil pessoas. Seis continentes. 45 cidades. 54 horas. Estes são alguns números que envolvem o maior hackaton já realizado. A maratona de programação ocorre simultaneamente no mundo inteiro. As melhores soluções desenvolvidas serão conhecidas em março durante evento global em Nova York.

Ao circular entre os times, a certeza é uma só: as soluções da etapa do Global Legal Hackaton de Florianópolis têm tudo para estar em NYC. Tantos profissionais de alto gabarito reunidos criarão exemplos de inovação para a Justiça de todo o mundo.

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