Softplan recebe procuradores para debater tendências e inovações na Justiça

22/03/2017 | 2 min. de leitura

Procuradores de cinco estados brasileiros visitaram a Softplan na última quinta-feira (16) para melhor conhecer novas tecnologias que podem tornar a rotina nas procuradorias ainda mais produtiva.

A empresa catarinense – uma das maiores desenvolvedoras de softwares para a área da Justiça na América Latina – apresentou soluções que promovem mais agilidade no ambiente de trabalho por meio de Machine Learning (inteligência artificial).

Para o diretor executivo da Softplan, Ilson Stabile, o caminho para uma Justiça mais célere exige reinvenções a cada ano. Para isso, deve-se desenvolver novas linhas de pesquisa. “Para construir um novo futuro, precisamos oferecer novas tecnologias que agregam ainda mais valor aos clientes”, destaca Stabile.

Inovações na Justiça: inteligência artificial é o futuro para as procuradorias

Procuradores e servidores das Procuradorias Gerais do Distrito Federal, de Alagoas, Bahia, Pernambuco e Santa Catarina, e do Município de Recife (PE) vivenciaram um pouco do que o futuro reserva para os servidores da Justiça.

A partir dos projetos desenvolvidos pela Softplan, com base em inteligência artificial, é possível analisar uma enorme quantidade de dados. Estes estudos ajudam a entender o cenário atual, a traçar uma estratégia de atuação e, inclusive, prever situações indesejadas. No contexto em que as procuradorias estão inseridas, com uma alta demanda de processos e prazos, a análise mais assertiva dos dados pode criar mais valor agregado no ambiente de trabalho.

“Já tinha ouvido falar que a inteligência artificial era possível no segmento da Justiça, mas nunca tinha visto nada tão avançado que pudesse nos dar a ideia de como isso pode nos ajudar na prática. Depois do que vimos hoje, é possível entender que a tecnologia vai resolver muitos dos nossos problemas”, conta Alexandre Moraes Pereira, procurador-chefe do Centro de Estudos da Procuradoria-Geral do Distrito Federal.

Para Pereira, o uso da tecnologia e da inteligência artificial vai tornar a análise de dados muito mais assertiva. “Antes, fazíamos nossos indicadores com base na experiência e na intuição dos procuradores mais experientes. Com a tecnologia, podemos traçar resultados mais seguros. Isso é o sonho de todos”, conclui o procurador do Distrito Federal.

“Os projetos que vimos hoje nos passam segurança para acreditar que é possível tornar a Justiça ainda mais célere no futuro. E as procuradorias, consequentemente, serão muito mais produtivas”, argumenta Erika Gomes Lacet, secretária-geral da Procuradoria do Estado de Pernambuco.

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