Gestores públicos discutem benefícios da tecnologia na administração

25/05/2016 | 2 min. de leitura

O tempo médio de ajuizamento de processos de execução fiscal na prefeitura de Florianópolis caiu de 276 dias para 58 horas. A redução de 97,34% no tempo veio acompanhada do aumento da arrecadação, que cresceu 42%. Os devedores procuraram a prefeitura, negociaram e quitaram suas dívidas e levaram aos cofres públicos mais de R$ 8 milhões – antes do sistema digital, essa cifra não superava os R$ 2 milhões. As informações são de uma pesquisa que mostrou como o uso do software SAJ Procuradorias pode trazer efeitos positivos para a administração de cidades, estados e até do país*.

Estes e outros números serão apresentados e discutidos pelos gestores públicos no 1º Congresso Catarinense de Cidades Digitais, que vai acontecer nos dias 9 e 10 de junho na sede da FIESC, em Florianópolis. Os servidores públicos podem fazer a inscrição gratuitamente no site do evento, e vão poder conhecer detalhes do SAJ Procuradorias e do Solar BPM, sistemas desenvolvidos pela Softplan – uma das maiores empresas de software do Brasil, com sede em Florianópolis. As soluções já funcionam em várias cidades e estados do país, além de informatizarem instituições como tribunais de justiça.

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O evento deste ano será o principal do Estado. A proposta será apresentar os resultados obtidos por um grupo de cidades de seis estados brasileiros que implantaram o sistema inovador de execução fiscal eletrônica. Em Itapema, no litoral norte catarinense, mais de 7 mil intimações que estavam paradas há vários anos foram cumpridas depois da implantação do sistema. O assessor jurídico do município, Jorge Menezes Martins Júnior, disse que com o SAJ Procuradorias “fica muito fácil distribuir e peticionar em lotes, pois economiza-se tempo de locomoção”.

O SAJ Procuradorias foi desenvolvido pela Softplan e segundo o executivo de novos negócios da empresa, Alexandre Vedovelli, a arrecadação de valores da dívida ativa – IPTU, ISS, taxas municipais e multas – pode quadruplicar. “As administrações deixam de ‘beneficiar’ os maus pagadores, que podem ter seus bens penhorados ou leiloados se não quitarem as dívidas graças ao uso da tecnologia”, analisa. Além disso, o número de pessoas que buscam negociação nas prefeituras que implantaram os SAJ Procuradorias cresceu, em média, de 3% para 40%. “Deixa de ser uma dívida que ninguém cobra”, finaliza Vedovelli.

*Pesquisa realizada após a adoção do SAJ Procuradorias na PGM de Florianópolis

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